O primeiro semestre de 2020 foi um ano marcante em decorrência da pandemia do Covid-19 e suas consequências para não somente a nossa saúde, mas a saúde financeira como todo. Essa reflexão nos trouxe insights sobre o modelo de pagamentos por recorrência e como recuperar ou continuar vendendo em 2020.

Sabemos que segundo pesquisas realizadas em 2019, o E-commerce cresceu 22,7% no Brasil, embora atualmente ele represente uma pequena fatia de 6% no mercado de varejo. Contudo, especialistas acreditam que já no primeiro semestre de 2020 esse percentual seja duplicado ou até mesmo triplicado em função do aceleramento no processo de transformação digital e na alta pela adesão do modelo de pagamentos por recorrência.

Estudos revelam que inicialmente houve uma redução de 14% no segmento de tecnologias e afins. Mas esse índice foi radicalmente transformado para uma alta positiva de 22% só em Abril. O marketing digital foi eleito a ferramenta mais poderosa junto do inside sales pelos maiores empresários do mundo. Seguindo as orientações da OMS em combate a transmissão do coronavírus, o uso de pagamentos digitais a distância ganhou ainda mais destaque.

REVOLUÇÃO NA FORMA DE OPERACIONAR SEU NEGÓCIO

A forma como usamos os meios de pagamentos vem mudando desde 2017, empresas como a Microsoft que antes ofertavam seus produtos de forma física. Agora é comercializada uma assinatura para acessá-los de forma integrada. A empresa extinguiu a venda dos seus produtos em 2012. No início de 2017 ela registrou 6,6 milhões de assinantes pelo mundo.

Esse é um grande case de sucesso de uma empresa visionária.

A verdade é que Grandes players estão perdendo espaço para esse novo modelo. O maior exemplo é o impacto que os serviços de streaming vem causando no mercado de audiovisual, como Netflix, Spotify e muitos outros.

O Modelo de Negócios de Recorrência não envolve a aquisição permanente do produto ou serviço e sim o consumo por um tempo determinado onde a periodicidade é o objetivo da comercialização, a recorrência de consumo mediante pagamento.

Ao invés de vender serviços ou produtos, oferta-se a experiências de uso cobrando o acesso ao produto ou serviço por um tempo determinado, possibilitando ao cliente consumir sem necessidade de adquirir sem precisar ter a sua propriedade, essa ruptura sistemática com os modelos anteriores que fazem da recorrência o modelo mais bem aceito no mercado.

SOBRE O MODELO DE RECORRÊNCIA E O COMPORTAMENTO DO SEU PÚBLICO-ALVO

O modelo de assinatura, ou seja, pagamentos por recorrência não é nenhuma novidade, mas com o avanço de tecnologias ele se traduz como uma megatendência socioeconômica. O foco agora não é na posse, mas na transformação de bens em serviços. Saúde, educação, música, cinema, softwares, academias, seguros, cosméticos, eletrodomésticos, automóveis, imóveis, escritórios e gastronomia são alguns dos segmentos que aderiram ao pagamento por recorrência. O comportamento do seu público-alvo é fundamental para aplicação desse meio de pagamento. Sabe-se que faixa entre 25 a 50 anos são consumidores em potencial, contudo a faixa etária que corresponde a 36-50 anos são responsáveis pela maior parte do volume de compras online.

O MODELO QUE CAMINHA NA CONTRA MÃO DOS NEGÓCIOS TRADICIONAIS

Agora que você entende a correlação da economia de recorrência está diretamente ligada ao sucesso na fidelização do cliente através dos pagamentos recorrentes, transformando as relações de consumo e trazendo mais viabilidade para o negócio no capital de giro e possibilitando novos investimentos em pesquisa e inovação para as marcas.

Esse modelo de pagamentos recorrentes que caminha na contramão dos negócios tradicionais, possibilita maior alcance de market share, reduções de inadimplência, melhorando as projeções de faturamento bruto mensal.

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